Em reconstrução (0)

O Napaindie está em um momento de atualização, buscando o que há de melhor para apimentar este veículo que há quase dois anos faz os seu set list ficar mais sedutor. É quase um tempo, como em qualquer relação, para voltar melhor com você leitor ou quem sabe com outras novidades! Em breve novos ruídos vão atiçar os seus sentidos! Marcadores:

Para gostar facilmente... (1)


The Morning Benders são de Berkeley, Califórnia e tem um som simples, quatro por quatro com os integrantes Christopher (vocal e guitarra), Julian (bateria), Timmothy (baixo) e Jonathan (guitarra e teclado), mas indispensável a playlist nossa de cada dia.Se lançaram a um ano e meio e circulam com bandas de garbo e elegância, como Ra Ra Riot, Yo La Tengo, MGMT, The Rosebuds, Au Revoir Simone, We Are Scientists, entre outros bacanudos e foi muito bem considerado pelos críticos do iTunes.O clipe de Boarded Doors, apresenta bem o tom dos caras.
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Irmãos pops! (0)



Essa não é uma produção fácil de agradar, mas como estamos aqui tentando falar sobre todos os gêneros que o universo indie pode apresentar, não podemos deixar de comentar uma dupla que insere tudo de mais pop em suas músicas, mas com a dose cuidadosa para não cair no comum.

Muchuu é formado pela doce Láctea, vocal e letrista que gosta de falar de coisas fofas, e seu irmão George, que curte tocar um teclado e fazer barulho com sintetizadores, sininhos e afins e estão fazendo esse ruído ganhar espaço pelas bandas do Reino Unido.

Com seu primeiro single Somebody Tell Me, clipe que vamos postar logo mais, lançado em novembro, foi o cartão de visitas do projeto e eles já se preparam para lançar seu primeiro álbum, We Go. Só esperamos que eles venham melhores que o clipe, que é de fazer a Stephanie morrer de inveja!
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Cover neles! (0)

Com o nome tirado de um dos álbuns de Frank Zappa, The Hot Rats é o projeto paralelo de Gaz Coombes e Danny Goffey da sensacional banda Supergrass, em parceria com o produtor Nigel Godrich, que já trabalhou com Radiohead, Beck, Air. 

Juntos lançaram o álbum de estréia Turn Ons, que é composto basicamente de cover de bandas de gente como Gang of Four, Roxy Music, David Bowie entre outros bacanudos. 

Muito se cobra quando músicos já consagrados fazem cover de suas músicas/artistas favoritos, mas o que se vê neste álbum é que The Hot Rats, além de não ter escolhido músicas famosas e clássicas do rock (pelo menos na maior parte das músicas que estão no álbum), não estão tão preocupados com o que se diz por aí, mas sim em tocar como se fossem uma banda de garagem desconhecida, fazendo sua versão e uma interpretação pessoal de músicas de alguns de seus idolos.

O video abaixo é o cover da música Damage Goods, do Gang of Four e o que não faltam são outras boas versões como Drive My Car, dos Beatles e Love is a Drug, do Roxy Music! 
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Mistura que dá rock! (0)



A banda Fanfarlo, quinteto londrino, teve seu primeiro álbum lançado em fevereiro do ano passado pela Atlantic Records, mas ganhou terreno fora da terra da rainha somente a partir de outubro. O projeto é repleto de músicas ornamentadas com instrumentos como acordeon, trompetes, bandolin, violino, além da combinação que sempre dá certo, bateria, baixo e cordas.

Em alguns momentos podemos notar uma certa influência de Arcade Fire ou Beirut, o que não tira a originalidade da banda. Simon Balthazar tem uma voz distinta e clara que dá o tom perfeito a todos os instrumentos aplicados a música. Fanfarlo já participou de grandes festivais como o SXSW e são muito bem considerados em suas apresentações ao vivo. Com certeza, um dos melhores álbuns de 2009.




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Som agressivo aos olhos... (0)


A combinação de surf rock, ruídos e lo-fi pode parecer apimentado para quem lê, mas nas mão de Nathan Willians, virou música para os nossos ouvidos e uma forma do meninote estravasar a sua ansiedade. Formado em San Diego, na California o Wavves entrou no circuito em 2008 e já no ano passado teve um dos trabalhos mais elogiados pela crítica mundial, com seu segundo álbum nominado Wavvves.

O vocalista já arranjou encrenca em festivais e admite abusar do álcool, dando alguns causos como o que aconteceu no Barcelona Primavera Sound Festival, onde a banda não conseguiu terminar o show devido ao grau que o moço se encontrava (na mesma época em que recebemos no Brasil o Beirute, sofrendo do mesmo mal), mas o universo indie tem de tudo e o melhor é que no ipod ninguém dá bafo e a agressividade no som é muito bem vinda.

Com um dos clipes mais enxutos do meio, Wavves dá as caras com So Bored, música que postamos aqui para vossa apreciação.








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Canta pra subir! (0)



Free Blood, duo do Brooklin, em Nova Iorque, deveria entrar nos apontamentos do Napa a um bom tempo, mas isso serviu para que o som da banda fosse redescoberto em todos os seus elementos e sua sutil formação, com baixo, bateria eletrônica e dois microfones, afinal a gente escreve mas se diverte.

O interessante é a maneira que John Pugh, sua parceira Madeline Davy, e banda aplicam esses elementos eletrônicos e sintetizadores a música, produzindo um som conceituado na tentativa feliz de reinventar este estilo tão popular na atualidade e olha que a missão não é das mais fáceis.

O primeiro álbum da banda, nominado The Singles, é composto somente por seis músicas, além de vários remixes das mesmas, para você escolher qual cai melhor em qual momento. Depois de abrir shows para bandas renomadas como Hot Chip e Holy Fuck, Free Blood agora tem a chance de provar que é um grande projeto para despontar em grandes festivais e rádios do meio.

O clipe The Royal Family mostra um pouco da misce en scene dessa dupla.


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Country-folk-indie-rock (0)


Cory Chisel, nascido em Wisconsin, sempre esteve envolvido com a música, principalmente na igreja, pois é filho de pastor da congregação batista, onde sua mãe também participava tocando orgão.

Cory e sua banda The Wandering Souls lançou em setembro passado seu segundo álbum chamado Death Won’t Send A Letter, com algumas influências de Bruce Springsteen, Bob Dylan, Johnny Cash e até mesmo Cat Stevens, pela semelhança das vozes e de um som, digamos, “country-folk-rock-sei lá o que”. Com este disco se firmaram no mercado e ainda recebem grandes elogios da mídia.

O video da música Born Again faz parte do primeiro single deste projeto e traz convidados especiais como Brendan Benson e Patrick Keeler, da banda The Raconteurs, tem um teclado extremamente viciante, que particularmente, fica bem difícil ouvir somente uma vez!


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Som com cara de domingo... (0)

Lust For Life é um clipe que causa comentários comportamentais pela internet, recebeu algumas versões caseiras e é engraçado ver como hoje em dia o rock ainda pode gerar algum tipo de preconceito em um simples clipe captado em Super 8, onde pessoas aparecem fazendo cena, inclusive os autores da música, o dueto Girls, formado por meninotes da Califórnia, mas especificamente, São Francisco.

A boa estrada de versões e fofocas em relação ao clipe comentado acima gerou um boca a boca que fez com que a banda independente conseguisse um selo para se lançar. Com um som com cara de final de semana, o projeto traz um indie pop, com elementos do punk post rock e aquela guitarra melosa dando um brilho. Em algumas músicas, os som parece uma produção londrina, mas rapidamente você sente a energia californiana nas melodias.

O bom deste blog é que não somente a gente caça as coisas por aí mas sugestões dos amigos e leitores trazem novidades para a nossa playlist e uma delas é a banda desta post! O clipe, claro, não poderia deixar de ser o tão comentado Lust For Life.

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Som para falar pouco... (0)

... e escutar muito. Esse é o típico artista que tem que se ouvir com atenção, mas do que ler sobre. São muitas nuances, referências e detalhes que fazem um som ser tão delicado e completo. Andrew Morgan, do Kansas, com seu folk e violão de aço, aos nossos ouvidos, trazendo uma produção que amadurece em seu segundo álbum como agrada a cada faixa. Please Kid, Remember.
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Surf Indie Rock! (0)

Riffs de guitarra que não param, harmonias empolgantes, letras simples e um fuzzy despretencioso. Essa é a fórmula que colocou Surfer Blood na boca do povo. Formado pelos meninotes norte americanos de Palm Beach, Flórida, John Paul Pitts - guitarra e vocal, Tyler Schwarz - bateria, Thomas Fekete - guitarra, Brian Black - baixo e Marcos Marchesani - percussão, a banda tem cerca de um ano e um mercado se abrindo a cada dia, já que o projeto pegou um nicho musical que tem um público sedento de novidades, colocando uma pitada indie no já consagrado surf rock!

Sem muito o que falar, é melhor ouvir os moços em versão instrumental e alive!



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Não lançamento da semana... (0)

Este ano começou com um trailer que colocou muitos com desejo de saber como Spike Jonze irá tratar o clássico infantil norte americano de Maurice Sendak, Where the Wild Things Are. Também começou com Yeah Yeah Yeah arrasando no lançamento de It’s Blitz.

Para deixar o filme melhor do que parece ser e Karen O mais uma vez em alta na cena, a trilha sonora de Onde Vivem os Monstros foi composta por amigos da moça e um coral de crianças. Intitulado Karen O and The Kids, o álbum não só entra para um dos melhores lançamentos do ano como também dá o tom do filme, aumentando ainda mais a expectativas dos fãs do diretor, da história e do bicho papão.

Inocentemente pretencioso, o projeto reuniu nomes como Tristan Bechet do Services, Tom Biller do Afternoons, Bradford Cox do Deerhunter, Dean Fertita um homem multibandas, Aaron Hemphill do Liars, Greg Kurstin do The Bird and The Bee, Jack Lawrence que também não dorme, Oscar Michel do Gris e, claro, Nick Zinner e Brian Chase do Yeah Yeah Yeahs.

Com personalidade, Karen O conseguiu produzir algo ingênuo, realmente infantil e emocionante, sem deixar o vigor, que a colocou no topo, presente e com muito amor, como o título da música que vamos postar aqui.

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Liga o som e enche a taça... (0)

Esse clima de fim de ano sempre abre espaço para um som mais fino, quase festivo, epara aqueles que muitas vezes não tem as antenas ligadas no jazz, assim, afaste o sofá, coloque a champa no gelo e ligue alto o som de Huba, grupo da Finlândia que não tem nada de gélido.



Com uma formação generosa, tendo doze pessoas comandadas pelo vocalista Tuomas Kaila, o projeto tras o ritmo do jazz, poderoso, com um cantor despretencioso mas muito bem acompanhado e o groove que dá uma pitada de swing no som de fino trato.



Essa formação do grupo vem de muitos outros projetos e tentativas musicais, mas foi no Huba que encontraram cumplicidade sonora para se fazer dentro do meio musical e produzir algo com tanta sonoridade e vigor.



Com a música Mary, estão conquistando os críticos e amantes do vinil, mas preferimos postar Who`s Got The Nerve que, para nós, apresenta a banda com mais autoridade. Que venham as emoções temporais e sensoriais que somente a boa música pode causar, sem falar que, para agradar a muitos nas festanças de final de ano, esse é um dos sons que não pode faltar.



Clique aqui e seja feliz!




Agora clique aqui e seja mais feliz!







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Balada deprê de vez em quando é bom... (0)

Ultimamente, as baladinhas, músicas mais simples, algumas com menos arranjos, super leves mas com um poder incrivel de te deixar down (porque balada boa tem que te deixar pra baixo), tem ocupado um grande espaco em meu Ipod. Uma delas é a banda que ficou mais conhecida após o ótimo filminho “mamão com açucar” Apenas Uma Vez (Once), onde os atores principais são os da própria banda, contando com Glen Hansard, da banda irlandesa The Frames, com a cantora Marketa Irglova, que juntos formaram a banda The Swell Season, nome dado também ao primeiro álbum do duo.

O disco é forrado de canções perfeitas para se ouvir naquele momento em que mais se precisa do silêncio. Talvez algumas bandas tem o poder de fazer com que suas músicas sejam melhores ainda quando não queremos ouvir nada e simplesmente esquecer de tudo. Se você está precisando disso, feche os olhos e ouça essa música.


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Francês do Canadá! (0)

Esse foi o ano das bandas francesas. Só aqui no Napa postamos um bocado de boas bandas da terra da Torre Eiffel. Assim, continuando no idioma francês mas dessa vez provindo de Quebec, no Canadá, Béatrice Martin que leva o nome Coeur de Pirate, é uma especie de Regina Spektor, mas com cabelos loiros, corpo fechado na tatuagem e apenas 19 anos, sem falar no chame que o francês causa aos ouvidos.

A banda começou sua trajetória de sucesso após ter uma de suas músicas como trilha sonora de um vídeo de um fotógrafo francês mostrando seu filho, que na epoca tinha nove meses de idade. Suas musicas, assim como Spektor, tem em sua principal base, seu piano e sua lovely and sweet voz, na maioria cantadas somente em francês.

Seu primeiro álbum, que leva o mesmo nome, foi lançado por uma gravadora em 2008, alcançando o reconhecimento primeiramente em seu pais e depois na França, onde conseguiu ficar entre as dez mais das rádios de lá. Após seu sucesso, Coeur de Pirate começou a ser reconhecipa pelos EUA, mas ainda em pequena escala, apesar de já ter perticipado de alguns festivais importantes. Em seu Myspace ainda possuem muito mais datas de shows marcadas pelo Canadá e França, mas podem esperar que logo ela deverá estar tocando em tudo quanto é canto.


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Conquistando espaço... (0)

Venus Volts deu as caras na cena, definitivamente, em 2008, trazendo suas referências rockers de guitarras barulhentas, post rock e o estilo oitentista inglês. Tocaram em pequenos festivais no interior, em alguns clubes por aí e até conquistaram o selo londrino Bliss Aquamarine, tendo músicas próprias incluídas em uma compilação. Daí não faltou espaço para Pelle, vocal e guitarra; Dinho, baixo; Du, bateria; Trinity, vocal e Filipe, guitarra e sintetizador crescerem no meio.

Eles são de Campinas e em suas músicas refletem todo o bom gosto que uma boa época trouxe a música, colocando muito barulho, uma vocalista com uma voz muito distinta e atitude despretenciosa que cai bem aos ouvidos.

Participaram da trilha sonora do seriado Descolados da MTV Brasil, que teve como tema In Gold We Trust, colocando eles de vez no cenário, mesmo o clipe sendo um dos mais pobres dos últimos tempos da Canon 5D, assim vejam e apreciem um bom rock tupiniquim com inglês no meio.

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Para balançar a semana... (0)

Apesar de ter seu primeiro álbum lancado em 2006 e, desde então, considerado por muitos um grande compositor em sua cidade natal (Londres), Jack Peñate nunca chegou a ser reconhecido por outras bandas, leia-se outros lugares. Com o lancamento do disco Everything is New, Peñate tem a chance de provar que vale a pena ser ouvido. Em parceria com o produtor Paul Epworth que já trabalhou com Bloc Party e Friendly Fires, seu projeto é composto por tanta mistura de ritmos em suas diferentes músicas que seria necessário, pelo menos, um paragrafo inteiro só para tentar descrever. Com suas grandes composições, energia e seu encantamento por tocar sua música, Peñate descreve seu projeto como “um album com integridade”. Vamos ao que interessa para ver/ouvir um de seus singles lançados e que essa dica Napa caia nos gosto de nossos leitores, como está caindo no gosto da cena!


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Indie da fazenda... (0)

O álbum Hometowns foi originalmente lançado no verão do ano passado, mas somente agora foi lançado e distribuido. The Rural Alberta Advantage, trio de Toronto no Canadá, que sempre vem recebendo comparações com a sensacional Neutral Milk Hotel, faz uma mistura de indie rock, country e algumas coisinhas a mais.

O interessante de tudo é a química entre Nils Edenloff, a multi-instrumentalista Amy Cole e o grande baterista Paul Banwatt, que faz milagre com seus arranjos em sua bateria, soando, apesar de inevitáveis comparações, extremamente únicos. A banda faz uso também de sintetizadores e outros intrumentos de cordas, fazendo que algumas de suas músicas fiquem super orquestradas, tranformando algumas músicas que parecem apenas boas de se ouvir em algo brilhante.

Como as fantásticas músicas do álbum Hometowns variam entre baladinhas e o velho e bom indie rock, aí vai o clip da balada In The Summertime e também a música Drain in Blood, que não tem clipe, mas também vale a pena ser ouvida.


Drain in Blood
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Coisa de londrino... (0)

Pull Tiger Tail, um trio indie rock de Londres vem trabalhando em seu álbum de estréia desde 2004 e durante este tempo já tocou em rádios conseguindo alguns fãs por aí. Depois de alguns singles lançados, problemas com a gravadora e outras cositas más, finalmente essa galera conseguiu lançar seu álbum de estréia .

O álbum Paws é praticamente uma coletânia do melhor que a banda vinha tocando nesses últimos anos. Marcus Ratcliff no vocal e na guitarra lidera a banda acompanhado por Davo McConville no baixo e teclado e Jack Hansom na bateria e juntos, fazendo um som cheio de riffs pegajosos e refrões que grudam na sua cabeça. Para quem, por exemplo, é fã de Bloc Party, Pull Tiger Tail é um prato cheio!


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Pete Scarlett Yorn Johansson (0)

Pete Yorn está sempre aprontando alguma novidade, mesmo não agradando a muitos e agora tem como chamariz ao seu trabalho sua aliança com a preferida de Wood Allen Scarlett Johansson, deixando quem conhece ou desgosta de seu som, louco de curiosidade.

O álbum já estava pronto para ser lançado desde de 2006, mas somente agora foi disponibilizado ao público. Talvez, depois de gravar este álbum Scarlett se sentiu um pouco empolgada e lançou seu cd solo antes mesmo de seu dueto com Yorn, mas não vale a pena ser comentado aqui no Napa por, em nossa humilde opiniao, considerar o disco “a piece of crap”.

Já nessa parceria, tudo parece ter mudado para ambos, a voz de Johansson, parece se encaixar muito melhor nessa dobradinha, principamente na musica Relator que vamos postar ao fim desse post. Pete Yorn dessa vez, traz composições mais pop, como a charmosa Wear and Tear, que em varias partes chega a lembrar um Travis.

Mesmo não sendo novidade e tendo dúvidas sobre a aparição deste projeto aqui no blog, nós damos o nosso pitato, afinal, como sempre foi dito por aqui, não somos críticos, mas apaixonados por música que tem a petulância de dar opinião sobre o que ouvimos por aí!



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segunda-feira, março 1

O Napaindie está em um momento de atualização, buscando o que há de melhor para apimentar este veículo que há quase dois anos faz os seu set list ficar mais sedutor. É quase um tempo, como em qualquer relação, para voltar melhor com você leitor ou quem sabe com outras novidades! Em breve novos ruídos vão atiçar os seus sentidos!

sexta-feira, fevereiro 12


The Morning Benders são de Berkeley, Califórnia e tem um som simples, quatro por quatro com os integrantes Christopher (vocal e guitarra), Julian (bateria), Timmothy (baixo) e Jonathan (guitarra e teclado), mas indispensável a playlist nossa de cada dia.Se lançaram a um ano e meio e circulam com bandas de garbo e elegância, como Ra Ra Riot, Yo La Tengo, MGMT, The Rosebuds, Au Revoir Simone, We Are Scientists, entre outros bacanudos e foi muito bem considerado pelos críticos do iTunes.O clipe de Boarded Doors, apresenta bem o tom dos caras.

sexta-feira, fevereiro 5



Essa não é uma produção fácil de agradar, mas como estamos aqui tentando falar sobre todos os gêneros que o universo indie pode apresentar, não podemos deixar de comentar uma dupla que insere tudo de mais pop em suas músicas, mas com a dose cuidadosa para não cair no comum.

Muchuu é formado pela doce Láctea, vocal e letrista que gosta de falar de coisas fofas, e seu irmão George, que curte tocar um teclado e fazer barulho com sintetizadores, sininhos e afins e estão fazendo esse ruído ganhar espaço pelas bandas do Reino Unido.

Com seu primeiro single Somebody Tell Me, clipe que vamos postar logo mais, lançado em novembro, foi o cartão de visitas do projeto e eles já se preparam para lançar seu primeiro álbum, We Go. Só esperamos que eles venham melhores que o clipe, que é de fazer a Stephanie morrer de inveja!

segunda-feira, fevereiro 1

Com o nome tirado de um dos álbuns de Frank Zappa, The Hot Rats é o projeto paralelo de Gaz Coombes e Danny Goffey da sensacional banda Supergrass, em parceria com o produtor Nigel Godrich, que já trabalhou com Radiohead, Beck, Air. 

Juntos lançaram o álbum de estréia Turn Ons, que é composto basicamente de cover de bandas de gente como Gang of Four, Roxy Music, David Bowie entre outros bacanudos. 

Muito se cobra quando músicos já consagrados fazem cover de suas músicas/artistas favoritos, mas o que se vê neste álbum é que The Hot Rats, além de não ter escolhido músicas famosas e clássicas do rock (pelo menos na maior parte das músicas que estão no álbum), não estão tão preocupados com o que se diz por aí, mas sim em tocar como se fossem uma banda de garagem desconhecida, fazendo sua versão e uma interpretação pessoal de músicas de alguns de seus idolos.

O video abaixo é o cover da música Damage Goods, do Gang of Four e o que não faltam são outras boas versões como Drive My Car, dos Beatles e Love is a Drug, do Roxy Music! 

quarta-feira, janeiro 27



A banda Fanfarlo, quinteto londrino, teve seu primeiro álbum lançado em fevereiro do ano passado pela Atlantic Records, mas ganhou terreno fora da terra da rainha somente a partir de outubro. O projeto é repleto de músicas ornamentadas com instrumentos como acordeon, trompetes, bandolin, violino, além da combinação que sempre dá certo, bateria, baixo e cordas.

Em alguns momentos podemos notar uma certa influência de Arcade Fire ou Beirut, o que não tira a originalidade da banda. Simon Balthazar tem uma voz distinta e clara que dá o tom perfeito a todos os instrumentos aplicados a música. Fanfarlo já participou de grandes festivais como o SXSW e são muito bem considerados em suas apresentações ao vivo. Com certeza, um dos melhores álbuns de 2009.




sexta-feira, janeiro 22


A combinação de surf rock, ruídos e lo-fi pode parecer apimentado para quem lê, mas nas mão de Nathan Willians, virou música para os nossos ouvidos e uma forma do meninote estravasar a sua ansiedade. Formado em San Diego, na California o Wavves entrou no circuito em 2008 e já no ano passado teve um dos trabalhos mais elogiados pela crítica mundial, com seu segundo álbum nominado Wavvves.

O vocalista já arranjou encrenca em festivais e admite abusar do álcool, dando alguns causos como o que aconteceu no Barcelona Primavera Sound Festival, onde a banda não conseguiu terminar o show devido ao grau que o moço se encontrava (na mesma época em que recebemos no Brasil o Beirute, sofrendo do mesmo mal), mas o universo indie tem de tudo e o melhor é que no ipod ninguém dá bafo e a agressividade no som é muito bem vinda.

Com um dos clipes mais enxutos do meio, Wavves dá as caras com So Bored, música que postamos aqui para vossa apreciação.








quarta-feira, janeiro 20



Free Blood, duo do Brooklin, em Nova Iorque, deveria entrar nos apontamentos do Napa a um bom tempo, mas isso serviu para que o som da banda fosse redescoberto em todos os seus elementos e sua sutil formação, com baixo, bateria eletrônica e dois microfones, afinal a gente escreve mas se diverte.

O interessante é a maneira que John Pugh, sua parceira Madeline Davy, e banda aplicam esses elementos eletrônicos e sintetizadores a música, produzindo um som conceituado na tentativa feliz de reinventar este estilo tão popular na atualidade e olha que a missão não é das mais fáceis.

O primeiro álbum da banda, nominado The Singles, é composto somente por seis músicas, além de vários remixes das mesmas, para você escolher qual cai melhor em qual momento. Depois de abrir shows para bandas renomadas como Hot Chip e Holy Fuck, Free Blood agora tem a chance de provar que é um grande projeto para despontar em grandes festivais e rádios do meio.

O clipe The Royal Family mostra um pouco da misce en scene dessa dupla.


segunda-feira, janeiro 18


Cory Chisel, nascido em Wisconsin, sempre esteve envolvido com a música, principalmente na igreja, pois é filho de pastor da congregação batista, onde sua mãe também participava tocando orgão.

Cory e sua banda The Wandering Souls lançou em setembro passado seu segundo álbum chamado Death Won’t Send A Letter, com algumas influências de Bruce Springsteen, Bob Dylan, Johnny Cash e até mesmo Cat Stevens, pela semelhança das vozes e de um som, digamos, “country-folk-rock-sei lá o que”. Com este disco se firmaram no mercado e ainda recebem grandes elogios da mídia.

O video da música Born Again faz parte do primeiro single deste projeto e traz convidados especiais como Brendan Benson e Patrick Keeler, da banda The Raconteurs, tem um teclado extremamente viciante, que particularmente, fica bem difícil ouvir somente uma vez!


sexta-feira, janeiro 15

Lust For Life é um clipe que causa comentários comportamentais pela internet, recebeu algumas versões caseiras e é engraçado ver como hoje em dia o rock ainda pode gerar algum tipo de preconceito em um simples clipe captado em Super 8, onde pessoas aparecem fazendo cena, inclusive os autores da música, o dueto Girls, formado por meninotes da Califórnia, mas especificamente, São Francisco.

A boa estrada de versões e fofocas em relação ao clipe comentado acima gerou um boca a boca que fez com que a banda independente conseguisse um selo para se lançar. Com um som com cara de final de semana, o projeto traz um indie pop, com elementos do punk post rock e aquela guitarra melosa dando um brilho. Em algumas músicas, os som parece uma produção londrina, mas rapidamente você sente a energia californiana nas melodias.

O bom deste blog é que não somente a gente caça as coisas por aí mas sugestões dos amigos e leitores trazem novidades para a nossa playlist e uma delas é a banda desta post! O clipe, claro, não poderia deixar de ser o tão comentado Lust For Life.

quarta-feira, janeiro 6

... e escutar muito. Esse é o típico artista que tem que se ouvir com atenção, mas do que ler sobre. São muitas nuances, referências e detalhes que fazem um som ser tão delicado e completo. Andrew Morgan, do Kansas, com seu folk e violão de aço, aos nossos ouvidos, trazendo uma produção que amadurece em seu segundo álbum como agrada a cada faixa. Please Kid, Remember.

segunda-feira, dezembro 21

Riffs de guitarra que não param, harmonias empolgantes, letras simples e um fuzzy despretencioso. Essa é a fórmula que colocou Surfer Blood na boca do povo. Formado pelos meninotes norte americanos de Palm Beach, Flórida, John Paul Pitts - guitarra e vocal, Tyler Schwarz - bateria, Thomas Fekete - guitarra, Brian Black - baixo e Marcos Marchesani - percussão, a banda tem cerca de um ano e um mercado se abrindo a cada dia, já que o projeto pegou um nicho musical que tem um público sedento de novidades, colocando uma pitada indie no já consagrado surf rock!

Sem muito o que falar, é melhor ouvir os moços em versão instrumental e alive!



sexta-feira, dezembro 18

Este ano começou com um trailer que colocou muitos com desejo de saber como Spike Jonze irá tratar o clássico infantil norte americano de Maurice Sendak, Where the Wild Things Are. Também começou com Yeah Yeah Yeah arrasando no lançamento de It’s Blitz.

Para deixar o filme melhor do que parece ser e Karen O mais uma vez em alta na cena, a trilha sonora de Onde Vivem os Monstros foi composta por amigos da moça e um coral de crianças. Intitulado Karen O and The Kids, o álbum não só entra para um dos melhores lançamentos do ano como também dá o tom do filme, aumentando ainda mais a expectativas dos fãs do diretor, da história e do bicho papão.

Inocentemente pretencioso, o projeto reuniu nomes como Tristan Bechet do Services, Tom Biller do Afternoons, Bradford Cox do Deerhunter, Dean Fertita um homem multibandas, Aaron Hemphill do Liars, Greg Kurstin do The Bird and The Bee, Jack Lawrence que também não dorme, Oscar Michel do Gris e, claro, Nick Zinner e Brian Chase do Yeah Yeah Yeahs.

Com personalidade, Karen O conseguiu produzir algo ingênuo, realmente infantil e emocionante, sem deixar o vigor, que a colocou no topo, presente e com muito amor, como o título da música que vamos postar aqui.

quarta-feira, dezembro 16

Esse clima de fim de ano sempre abre espaço para um som mais fino, quase festivo, epara aqueles que muitas vezes não tem as antenas ligadas no jazz, assim, afaste o sofá, coloque a champa no gelo e ligue alto o som de Huba, grupo da Finlândia que não tem nada de gélido.



Com uma formação generosa, tendo doze pessoas comandadas pelo vocalista Tuomas Kaila, o projeto tras o ritmo do jazz, poderoso, com um cantor despretencioso mas muito bem acompanhado e o groove que dá uma pitada de swing no som de fino trato.



Essa formação do grupo vem de muitos outros projetos e tentativas musicais, mas foi no Huba que encontraram cumplicidade sonora para se fazer dentro do meio musical e produzir algo com tanta sonoridade e vigor.



Com a música Mary, estão conquistando os críticos e amantes do vinil, mas preferimos postar Who`s Got The Nerve que, para nós, apresenta a banda com mais autoridade. Que venham as emoções temporais e sensoriais que somente a boa música pode causar, sem falar que, para agradar a muitos nas festanças de final de ano, esse é um dos sons que não pode faltar.



Clique aqui e seja feliz!




Agora clique aqui e seja mais feliz!







quinta-feira, dezembro 10

Ultimamente, as baladinhas, músicas mais simples, algumas com menos arranjos, super leves mas com um poder incrivel de te deixar down (porque balada boa tem que te deixar pra baixo), tem ocupado um grande espaco em meu Ipod. Uma delas é a banda que ficou mais conhecida após o ótimo filminho “mamão com açucar” Apenas Uma Vez (Once), onde os atores principais são os da própria banda, contando com Glen Hansard, da banda irlandesa The Frames, com a cantora Marketa Irglova, que juntos formaram a banda The Swell Season, nome dado também ao primeiro álbum do duo.

O disco é forrado de canções perfeitas para se ouvir naquele momento em que mais se precisa do silêncio. Talvez algumas bandas tem o poder de fazer com que suas músicas sejam melhores ainda quando não queremos ouvir nada e simplesmente esquecer de tudo. Se você está precisando disso, feche os olhos e ouça essa música.


sexta-feira, dezembro 4

Esse foi o ano das bandas francesas. Só aqui no Napa postamos um bocado de boas bandas da terra da Torre Eiffel. Assim, continuando no idioma francês mas dessa vez provindo de Quebec, no Canadá, Béatrice Martin que leva o nome Coeur de Pirate, é uma especie de Regina Spektor, mas com cabelos loiros, corpo fechado na tatuagem e apenas 19 anos, sem falar no chame que o francês causa aos ouvidos.

A banda começou sua trajetória de sucesso após ter uma de suas músicas como trilha sonora de um vídeo de um fotógrafo francês mostrando seu filho, que na epoca tinha nove meses de idade. Suas musicas, assim como Spektor, tem em sua principal base, seu piano e sua lovely and sweet voz, na maioria cantadas somente em francês.

Seu primeiro álbum, que leva o mesmo nome, foi lançado por uma gravadora em 2008, alcançando o reconhecimento primeiramente em seu pais e depois na França, onde conseguiu ficar entre as dez mais das rádios de lá. Após seu sucesso, Coeur de Pirate começou a ser reconhecipa pelos EUA, mas ainda em pequena escala, apesar de já ter perticipado de alguns festivais importantes. Em seu Myspace ainda possuem muito mais datas de shows marcadas pelo Canadá e França, mas podem esperar que logo ela deverá estar tocando em tudo quanto é canto.


quarta-feira, dezembro 2

Venus Volts deu as caras na cena, definitivamente, em 2008, trazendo suas referências rockers de guitarras barulhentas, post rock e o estilo oitentista inglês. Tocaram em pequenos festivais no interior, em alguns clubes por aí e até conquistaram o selo londrino Bliss Aquamarine, tendo músicas próprias incluídas em uma compilação. Daí não faltou espaço para Pelle, vocal e guitarra; Dinho, baixo; Du, bateria; Trinity, vocal e Filipe, guitarra e sintetizador crescerem no meio.

Eles são de Campinas e em suas músicas refletem todo o bom gosto que uma boa época trouxe a música, colocando muito barulho, uma vocalista com uma voz muito distinta e atitude despretenciosa que cai bem aos ouvidos.

Participaram da trilha sonora do seriado Descolados da MTV Brasil, que teve como tema In Gold We Trust, colocando eles de vez no cenário, mesmo o clipe sendo um dos mais pobres dos últimos tempos da Canon 5D, assim vejam e apreciem um bom rock tupiniquim com inglês no meio.

segunda-feira, novembro 30

Apesar de ter seu primeiro álbum lancado em 2006 e, desde então, considerado por muitos um grande compositor em sua cidade natal (Londres), Jack Peñate nunca chegou a ser reconhecido por outras bandas, leia-se outros lugares. Com o lancamento do disco Everything is New, Peñate tem a chance de provar que vale a pena ser ouvido. Em parceria com o produtor Paul Epworth que já trabalhou com Bloc Party e Friendly Fires, seu projeto é composto por tanta mistura de ritmos em suas diferentes músicas que seria necessário, pelo menos, um paragrafo inteiro só para tentar descrever. Com suas grandes composições, energia e seu encantamento por tocar sua música, Peñate descreve seu projeto como “um album com integridade”. Vamos ao que interessa para ver/ouvir um de seus singles lançados e que essa dica Napa caia nos gosto de nossos leitores, como está caindo no gosto da cena!


segunda-feira, novembro 16

O álbum Hometowns foi originalmente lançado no verão do ano passado, mas somente agora foi lançado e distribuido. The Rural Alberta Advantage, trio de Toronto no Canadá, que sempre vem recebendo comparações com a sensacional Neutral Milk Hotel, faz uma mistura de indie rock, country e algumas coisinhas a mais.

O interessante de tudo é a química entre Nils Edenloff, a multi-instrumentalista Amy Cole e o grande baterista Paul Banwatt, que faz milagre com seus arranjos em sua bateria, soando, apesar de inevitáveis comparações, extremamente únicos. A banda faz uso também de sintetizadores e outros intrumentos de cordas, fazendo que algumas de suas músicas fiquem super orquestradas, tranformando algumas músicas que parecem apenas boas de se ouvir em algo brilhante.

Como as fantásticas músicas do álbum Hometowns variam entre baladinhas e o velho e bom indie rock, aí vai o clip da balada In The Summertime e também a música Drain in Blood, que não tem clipe, mas também vale a pena ser ouvida.


Drain in Blood

sexta-feira, novembro 13

Pull Tiger Tail, um trio indie rock de Londres vem trabalhando em seu álbum de estréia desde 2004 e durante este tempo já tocou em rádios conseguindo alguns fãs por aí. Depois de alguns singles lançados, problemas com a gravadora e outras cositas más, finalmente essa galera conseguiu lançar seu álbum de estréia .

O álbum Paws é praticamente uma coletânia do melhor que a banda vinha tocando nesses últimos anos. Marcus Ratcliff no vocal e na guitarra lidera a banda acompanhado por Davo McConville no baixo e teclado e Jack Hansom na bateria e juntos, fazendo um som cheio de riffs pegajosos e refrões que grudam na sua cabeça. Para quem, por exemplo, é fã de Bloc Party, Pull Tiger Tail é um prato cheio!


quarta-feira, novembro 11

Pete Yorn está sempre aprontando alguma novidade, mesmo não agradando a muitos e agora tem como chamariz ao seu trabalho sua aliança com a preferida de Wood Allen Scarlett Johansson, deixando quem conhece ou desgosta de seu som, louco de curiosidade.

O álbum já estava pronto para ser lançado desde de 2006, mas somente agora foi disponibilizado ao público. Talvez, depois de gravar este álbum Scarlett se sentiu um pouco empolgada e lançou seu cd solo antes mesmo de seu dueto com Yorn, mas não vale a pena ser comentado aqui no Napa por, em nossa humilde opiniao, considerar o disco “a piece of crap”.

Já nessa parceria, tudo parece ter mudado para ambos, a voz de Johansson, parece se encaixar muito melhor nessa dobradinha, principamente na musica Relator que vamos postar ao fim desse post. Pete Yorn dessa vez, traz composições mais pop, como a charmosa Wear and Tear, que em varias partes chega a lembrar um Travis.

Mesmo não sendo novidade e tendo dúvidas sobre a aparição deste projeto aqui no blog, nós damos o nosso pitato, afinal, como sempre foi dito por aqui, não somos críticos, mas apaixonados por música que tem a petulância de dar opinião sobre o que ouvimos por aí!