Mistura que dá rock! (0)



A banda Fanfarlo, quinteto londrino, teve seu primeiro álbum lançado em fevereiro do ano passado pela Atlantic Records, mas ganhou terreno fora da terra da rainha somente a partir de outubro. O projeto é repleto de músicas ornamentadas com instrumentos como acordeon, trompetes, bandolin, violino, além da combinação que sempre dá certo, bateria, baixo e cordas.

Em alguns momentos podemos notar uma certa influência de Arcade Fire ou Beirut, o que não tira a originalidade da banda. Simon Balthazar tem uma voz distinta e clara que dá o tom perfeito a todos os instrumentos aplicados a música. Fanfarlo já participou de grandes festivais como o SXSW e são muito bem considerados em suas apresentações ao vivo. Com certeza, um dos melhores álbuns de 2009.




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Som agressivo aos olhos... (0)


A combinação de surf rock, ruídos e lo-fi pode parecer apimentado para quem lê, mas nas mão de Nathan Willians, virou música para os nossos ouvidos e uma forma do meninote estravasar a sua ansiedade. Formado em San Diego, na California o Wavves entrou no circuito em 2008 e já no ano passado teve um dos trabalhos mais elogiados pela crítica mundial, com seu segundo álbum nominado Wavvves.

O vocalista já arranjou encrenca em festivais e admite abusar do álcool, dando alguns causos como o que aconteceu no Barcelona Primavera Sound Festival, onde a banda não conseguiu terminar o show devido ao grau que o moço se encontrava (na mesma época em que recebemos no Brasil o Beirute, sofrendo do mesmo mal), mas o universo indie tem de tudo e o melhor é que no ipod ninguém dá bafo e a agressividade no som é muito bem vinda.

Com um dos clipes mais enxutos do meio, Wavves dá as caras com So Bored, música que postamos aqui para vossa apreciação.








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Canta pra subir! (0)



Free Blood, duo do Brooklin, em Nova Iorque, deveria entrar nos apontamentos do Napa a um bom tempo, mas isso serviu para que o som da banda fosse redescoberto em todos os seus elementos e sua sutil formação, com baixo, bateria eletrônica e dois microfones, afinal a gente escreve mas se diverte.

O interessante é a maneira que John Pugh, sua parceira Madeline Davy, e banda aplicam esses elementos eletrônicos e sintetizadores a música, produzindo um som conceituado na tentativa feliz de reinventar este estilo tão popular na atualidade e olha que a missão não é das mais fáceis.

O primeiro álbum da banda, nominado The Singles, é composto somente por seis músicas, além de vários remixes das mesmas, para você escolher qual cai melhor em qual momento. Depois de abrir shows para bandas renomadas como Hot Chip e Holy Fuck, Free Blood agora tem a chance de provar que é um grande projeto para despontar em grandes festivais e rádios do meio.

O clipe The Royal Family mostra um pouco da misce en scene dessa dupla.


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Country-folk-indie-rock (0)


Cory Chisel, nascido em Wisconsin, sempre esteve envolvido com a música, principalmente na igreja, pois é filho de pastor da congregação batista, onde sua mãe também participava tocando orgão.

Cory e sua banda The Wandering Souls lançou em setembro passado seu segundo álbum chamado Death Won’t Send A Letter, com algumas influências de Bruce Springsteen, Bob Dylan, Johnny Cash e até mesmo Cat Stevens, pela semelhança das vozes e de um som, digamos, “country-folk-rock-sei lá o que”. Com este disco se firmaram no mercado e ainda recebem grandes elogios da mídia.

O video da música Born Again faz parte do primeiro single deste projeto e traz convidados especiais como Brendan Benson e Patrick Keeler, da banda The Raconteurs, tem um teclado extremamente viciante, que particularmente, fica bem difícil ouvir somente uma vez!


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Som com cara de domingo... (0)

Lust For Life é um clipe que causa comentários comportamentais pela internet, recebeu algumas versões caseiras e é engraçado ver como hoje em dia o rock ainda pode gerar algum tipo de preconceito em um simples clipe captado em Super 8, onde pessoas aparecem fazendo cena, inclusive os autores da música, o dueto Girls, formado por meninotes da Califórnia, mas especificamente, São Francisco.

A boa estrada de versões e fofocas em relação ao clipe comentado acima gerou um boca a boca que fez com que a banda independente conseguisse um selo para se lançar. Com um som com cara de final de semana, o projeto traz um indie pop, com elementos do punk post rock e aquela guitarra melosa dando um brilho. Em algumas músicas, os som parece uma produção londrina, mas rapidamente você sente a energia californiana nas melodias.

O bom deste blog é que não somente a gente caça as coisas por aí mas sugestões dos amigos e leitores trazem novidades para a nossa playlist e uma delas é a banda desta post! O clipe, claro, não poderia deixar de ser o tão comentado Lust For Life.

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Som para falar pouco... (0)

... e escutar muito. Esse é o típico artista que tem que se ouvir com atenção, mas do que ler sobre. São muitas nuances, referências e detalhes que fazem um som ser tão delicado e completo. Andrew Morgan, do Kansas, com seu folk e violão de aço, aos nossos ouvidos, trazendo uma produção que amadurece em seu segundo álbum como agrada a cada faixa. Please Kid, Remember.
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quarta-feira, janeiro 27



A banda Fanfarlo, quinteto londrino, teve seu primeiro álbum lançado em fevereiro do ano passado pela Atlantic Records, mas ganhou terreno fora da terra da rainha somente a partir de outubro. O projeto é repleto de músicas ornamentadas com instrumentos como acordeon, trompetes, bandolin, violino, além da combinação que sempre dá certo, bateria, baixo e cordas.

Em alguns momentos podemos notar uma certa influência de Arcade Fire ou Beirut, o que não tira a originalidade da banda. Simon Balthazar tem uma voz distinta e clara que dá o tom perfeito a todos os instrumentos aplicados a música. Fanfarlo já participou de grandes festivais como o SXSW e são muito bem considerados em suas apresentações ao vivo. Com certeza, um dos melhores álbuns de 2009.




sexta-feira, janeiro 22


A combinação de surf rock, ruídos e lo-fi pode parecer apimentado para quem lê, mas nas mão de Nathan Willians, virou música para os nossos ouvidos e uma forma do meninote estravasar a sua ansiedade. Formado em San Diego, na California o Wavves entrou no circuito em 2008 e já no ano passado teve um dos trabalhos mais elogiados pela crítica mundial, com seu segundo álbum nominado Wavvves.

O vocalista já arranjou encrenca em festivais e admite abusar do álcool, dando alguns causos como o que aconteceu no Barcelona Primavera Sound Festival, onde a banda não conseguiu terminar o show devido ao grau que o moço se encontrava (na mesma época em que recebemos no Brasil o Beirute, sofrendo do mesmo mal), mas o universo indie tem de tudo e o melhor é que no ipod ninguém dá bafo e a agressividade no som é muito bem vinda.

Com um dos clipes mais enxutos do meio, Wavves dá as caras com So Bored, música que postamos aqui para vossa apreciação.








quarta-feira, janeiro 20



Free Blood, duo do Brooklin, em Nova Iorque, deveria entrar nos apontamentos do Napa a um bom tempo, mas isso serviu para que o som da banda fosse redescoberto em todos os seus elementos e sua sutil formação, com baixo, bateria eletrônica e dois microfones, afinal a gente escreve mas se diverte.

O interessante é a maneira que John Pugh, sua parceira Madeline Davy, e banda aplicam esses elementos eletrônicos e sintetizadores a música, produzindo um som conceituado na tentativa feliz de reinventar este estilo tão popular na atualidade e olha que a missão não é das mais fáceis.

O primeiro álbum da banda, nominado The Singles, é composto somente por seis músicas, além de vários remixes das mesmas, para você escolher qual cai melhor em qual momento. Depois de abrir shows para bandas renomadas como Hot Chip e Holy Fuck, Free Blood agora tem a chance de provar que é um grande projeto para despontar em grandes festivais e rádios do meio.

O clipe The Royal Family mostra um pouco da misce en scene dessa dupla.


segunda-feira, janeiro 18


Cory Chisel, nascido em Wisconsin, sempre esteve envolvido com a música, principalmente na igreja, pois é filho de pastor da congregação batista, onde sua mãe também participava tocando orgão.

Cory e sua banda The Wandering Souls lançou em setembro passado seu segundo álbum chamado Death Won’t Send A Letter, com algumas influências de Bruce Springsteen, Bob Dylan, Johnny Cash e até mesmo Cat Stevens, pela semelhança das vozes e de um som, digamos, “country-folk-rock-sei lá o que”. Com este disco se firmaram no mercado e ainda recebem grandes elogios da mídia.

O video da música Born Again faz parte do primeiro single deste projeto e traz convidados especiais como Brendan Benson e Patrick Keeler, da banda The Raconteurs, tem um teclado extremamente viciante, que particularmente, fica bem difícil ouvir somente uma vez!


sexta-feira, janeiro 15

Lust For Life é um clipe que causa comentários comportamentais pela internet, recebeu algumas versões caseiras e é engraçado ver como hoje em dia o rock ainda pode gerar algum tipo de preconceito em um simples clipe captado em Super 8, onde pessoas aparecem fazendo cena, inclusive os autores da música, o dueto Girls, formado por meninotes da Califórnia, mas especificamente, São Francisco.

A boa estrada de versões e fofocas em relação ao clipe comentado acima gerou um boca a boca que fez com que a banda independente conseguisse um selo para se lançar. Com um som com cara de final de semana, o projeto traz um indie pop, com elementos do punk post rock e aquela guitarra melosa dando um brilho. Em algumas músicas, os som parece uma produção londrina, mas rapidamente você sente a energia californiana nas melodias.

O bom deste blog é que não somente a gente caça as coisas por aí mas sugestões dos amigos e leitores trazem novidades para a nossa playlist e uma delas é a banda desta post! O clipe, claro, não poderia deixar de ser o tão comentado Lust For Life.

quarta-feira, janeiro 6

... e escutar muito. Esse é o típico artista que tem que se ouvir com atenção, mas do que ler sobre. São muitas nuances, referências e detalhes que fazem um som ser tão delicado e completo. Andrew Morgan, do Kansas, com seu folk e violão de aço, aos nossos ouvidos, trazendo uma produção que amadurece em seu segundo álbum como agrada a cada faixa. Please Kid, Remember.